"Não, não se preocupe. Eu subornei Anse para cuidar daquele buraco para mim." "Tudo bem", concordou seu companheiro rispidamente, "se você tem tanta certeza, tudo bem para mim. Vamos lá; vamos sair dessa floresta maldita. Lembre-se de que temos trabalho pela frente esta noite."!
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Ele sorriu levemente, como se adivinhasse que ela não acreditaria, e ela não pôde deixar de notar a expressão de amargura em seu sorriso, que, por conhecer bem a história de sua carreira, compreendia perfeitamente. Na verdade, ela se sentia um pouco triste por ele. Era lamentável imaginar um jovem tão belo e galante descendo da plataforma elevada do Serviço do Rei para assumir o comando de um pequeno e pobre navio mercante cujo único oficial, um imediato, era um sujeito tão ignorante e comum quanto qualquer outro que pudesse ser encontrado nos conveses intermediários de um navio de guerra, distante da companhia da enfermaria e das salas de armas, embora a bordo do Minorca o Sr. Eagle fosse o companheiro do Sr. Lawrence. "Bem, lá estão os Proctors, cinco famílias deles e cada um deles é irmão do outro."
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Billy se levantou e pegou o boné. "Se o Anse vier, você pode contar para ele onde eu fui. Voltarei bem antes do anoitecer." Ele disse algo agora, baixo e gutural, para a mulher que o brandia com o punho cerrado, impotente e furiosa. Sua voz tinha um tom quase humano, sua atitude tão sinistra que ela estremeceu. "É isso mesmo, me xingue também", gritou ela, "adicione insulto à injúria, seu diabinho negro! Se não fosse por medo de me atirar, eu pegaria a arma e atiraria em você, eu mesmo atiraria!" Maurice, que havia escalado a cerca para poder dar uma olhada no interior de sua casa através de uma janela, assobiou suavemente enquanto seus olhos absorviam a cena lá dentro.
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